Sobre

Quem eu sou e como trabalho

Vocês já viram por aí perfis comercias onde as pessoas se apresentam como elas são? Aqui o jeitinho de apresentação vai ser um pouco diferente, direi o que não sou e o porquê:

A psicóloga que promete resultados imediatos: a análise pessoal não tem limite de sessão. Quando você chegar até mim não vou te oferecer um pacote de 10 sessões para resolver o teu problema, nós vamos olhar para este problema gradativamente. Paciência é a palavra-chave.

A psicóloga ideal para todos: não são todos os pacientes que chegam até mim que irão se identificar com o meu trabalho e está tudo bem. Permanece aqueles que se identificam com o modo como eu manejo os atendimentos e concordam com ele.

A psicóloga que fica estática no atendimento: existem momentos nas sessões em que o meu papel é o acolhimento através do silêncio, outros que a intervenção se faz necessária e alguns que dou risada junto com os pacientes. Se a vida lá fora é tão dura, não precisamos enrijecer a relação analista-analisando dentro da sessão.

A psicóloga que dá respostas: não vou dizer o que precisa fazer e nem qual é a melhor decisão a ser tomada. Trabalho em conjunto com o paciente para que ele se aproprie da liberdade de conseguir fazer as suas próprias escolhas e saber lidar com as consequências.

Além disso, as vezes quando o paciente relata algo que já vivenciei, eu falo sobre esse episódio da minha vida pessoal brevemente, para que ele perceba que aquilo que ele está enfrentando é humanamente possível de ocorrer. Acreditem, o efeito disso é magnífico!

No meu fazer clínica o paciente tem a liberdade e a autonomia de se expressar conforme as suas vontades. Eu acolho todas elas com carinho e respeito da forma mais humana possível, afinal de contas, sou humana também.

Os atendimentos ocorrem na modalidade presencial ou on-line, mas não é a tela e nem o sofá do consultório que curam, é o encontro, a possibilidade de ser visto sem máscaras, de ter a dor nomeada sem julgamento, de encontrar, no olhar do outro, um espelho que não distorce.

Vem comigo?

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“O seu problema não é o problema. Sua reação é o problema” (Buddha)

“Há mais sabedoria no teu corpo do que na sua filosofia mais profunda” (Friedrich Nietzsche)

“A maioria de nós passa a vida tentando fugir da dor que carregamos, em vez de nos permitir senti-la” Gabor Maté

Relações

Estabelecemos relações o tempo inteiro, breves ou duradouras, uma coisa é certa, é impossível viver sem se relacionar.

Relação interior

É o modo como lidamos com os nossos conteúdos internos. Se conseguimos discriminar as nossas emoções, se conseguimos perceber os atravessamentos da vida em nós, etc.

Relação amorosa

Quando escolhemos uma pessoa para nos acompanhar nessa jornada da vida e estar ao nosso lado no aspecto amoroso, pode impactar em todas as outras relações.

Relação profissional

O modo como nos relacionamos no ambiente profissional também precisa ser olhada, não devemos nos comportar no trabalho como nos comportamos em casa, por exemplo.

Relação com os amigos

As relações com nossos amigos podem também nos dizer muito sobre o modo como são conduzidas as nossas relações de intimidade interpessoal.

Relação espiritual

O modo como lidamos com a espiritualidade em nossa vida e qual a sua influência para a condução das nossas demais relações.

Ferramentas terapêuticas

Material onírico

Os sonhos também fazem parte de uma ferramenta utilizada na análise junguiana. A partir do que foi sonhado podemos entender o aspecto da vida em que o sujeito precisa ter um cuidado mais atencioso.

Mandalas Terapêuticas

Acessar os conteúdos do nosso inconsciente é o propósito da psicoterapia, esse olhar através da análise junguiana ocorre por meio de várias ferramentas além da escuta clínica, bem como, durante a produção de mandala terapêutica.

Ampliação simbólica

Para Jung, os símbolos são importantes por representarem partes de nossa psique que estão escondidas e sua ampliação permite ao paciente integrar todos os seus conteúdos internos.

Arquétipos

As imagens arquetípicas que conduzem a nossa vida muitas vezes nos levam a um lugar de incompreensão. Trabalhar o seu reconhecimento em análise possibilitará o paciente a entrar em contato com conteúdos ricos e significativos para o seu despertar.